Sinopse
Podcast e programa de rádio sobre ciência, tecnologia e cultura produzido pelo Labjor-Unicamp em parceria com a Rádio Unicamp. Nosso conteúdo é jornalístico e de divulgação científica, com episódios quinzenais que alternam entre dois formatos: programa temático e giro de notícias.
Episódios
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#73 Temático: Vida de laboratório – parte 02
03/06/2019 Duração: 25minEste episódio do Oxigênio, Vida de Laboratório foi dividido em duas partes, porque havia muitas experiências para mostrar. Na parte 1, o Gustavo Burín contou um pouco sobre a rotina em um laboratório de macroecologia e macroevolução, no Instituto de Biociências da USP, e os professores Alexandre Falcão e Jancarlo Gomes falaram sobre o laboratório multidisciplinar que une saúde pública e computação, que fica na Unicamp. E nesta segunda parte, os laboratórios abordados fogem ainda mais do estereótipo do laboratório, aquele com bancada, muita vidraria e pesquisadores de jaleco branco e óculos protetores, desses laboratórios de experiências físicas e químicas. Aqui o ouvinte vai conhecer um pouco de como são os laboratórios da paleontologia, mais especificamente de Paleohidrologia, a partir da fala da paleontóloga Frésia Ricardi-Branco, professora do Instituto de Geociências da Unicamp. Vamos ouvir também a experiência do João Roberto Bort, do Centro de Pesquisa em Etnologia Indígena da Unicamp, que é antrop
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#73 Temático: Vida de laboratório – parte 01
25/05/2019 Duração: 24minNas últimas semanas, o Ministério da Educação anunciou o bloqueio de 30% das verbas discricionárias das universidades federais do Brasil. Na prática, a medida reduz 7,4 bilhões de reais do orçamento de custeio que já havia sido aprovado por meio da Lei Orçamentária Anual (a LOA) de 2019 e compromete o funcionamento de atividades de ensino, pesquisa e extensão nas universidades. No caso da pesquisa, a parte mais atingida foi a pós-graduação, com o recolhimento de bolsas consideradas ociosas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior, a CAPES. O problema é que a CAPES não especificou os critérios utilizados para considerar as bolsas ociosas e muitas delas já estavam destinadas a novos alunos de mestrado e doutorado aprovados nos processos seletivos dos programas de pós-graduação. A medida representa mais um dos ataques que vêm sendo feitos às universidades públicas, com mentiras e muita desinformação. Em entrevista à rádio Jovem Pan no dia 08 de abril, o presidente do país afirmou que
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#72 Oxilab: Transgênicos no Brasil: 20 anos
03/05/2019 Duração: 18minO plantio de lavouras de soja transgênicas é aprovado no Brasil desde 1998. Nesses 20 anos, novas culturas agrícolas foram aprovadas para comercialização no país, mas também produtos derivados de microrganismos transgênicos, como vacinas, hormônios e enzimas para produção de alimentos. Os transgênicos são encarados pela sociedade com desconfiança e medo. Mesmo assim, a produção e o consumo crescem no país. Como são poucos os que conseguem definir o que são transgênicos e quais são as implicações de seu uso, os mitos ao redor do tema se multiplicam. O episódio de hoje vem para discutir estas questões: definições e uso de transgênicos no dia a dia, o papel da transgenia na sociedade, segurança alimentar e seus potenciais impactos no ambiente. Nossos convidados são: Gonçalo Amarante Guimarães Pereira (IB - Unicamp), Heidge Fukumasu (USP, campus Pirassununga), Mathias Mistretta Pires (IB - Unicamp). O episódio foi produzido por Allison Almeida, Luanne Caires, Camila Cunha e Bruno Moraes, com apresentação
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Especial Semana Acadêmicos Indígenas da Unicamp
11/04/2019 Duração: 22minNo episódio passado, o Oxigênio tratou da questão indígena no país, enfocando alguns avanços e muitos retrocessos. Entre os avanços, apontamos a realização do primeiro vestibular indígena realizado pela Unicamp, que trouxe para a universidade um grupo de 72 indígenas de diferentes etnias e lugares do país. Não foi possível conversar com eles na época, mas agora, o Marinaldo Almeida Costa e o Anderson Jesus Viana Arantes, ambos da etnia Tukano, da Amazônia, conversaram com o repórter Bruno Moraes. Eles falaram sobre a importância de estar na Universidade, para dar voz a esses povos brasileiros. Na entrevista eles tratam de questões relacionadas a sua cultura, à diversidade, ao estilo de vida mais coletivo e também sobre os preconceitos e a ideia colonializada dos indígenas, por parte da sociedade e das universidades brasileiras. E para promover a integração desses novos alunos com a comunidade a qual estão se inserindo, eles organizaram a Primeira Semana dos Acadêmicos Indígenas da Unicamp, que tem iníc
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Oxidoc: Sempre há um antes: a história do Nudecri
04/04/2019 Duração: 26minNo início dos anos 1980, o linguista Carlos Vogt era professor do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp. Naquela época estavam começando a ser implementados na universidade os Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa. Foi quando o Vogt, ao lado do artista João Batista da Costa Aguiar, pensaram na criação do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade, o Nudecri. “O Núcleo nasceu com essa vocação para abrigar atividades, ações e programas, não-ortodoxos, não inscritos necessariamente na linha de cursos regulares. O Nudecri foi, nesse sentido, pioneiro. Porque ele trouxe para dentro da Unicamp essas atividades que eram mais ou menos marginais”, conta Vogt. O Nudecri foi criado oficialmente em 1985. A professora Eni Orlandi e o professor Eduardo Guimarães eram colegas de departamento do Vogt no Instituto de Estudos da Linguagem, e faziam parte do grupo que embarcou nessa ideia. Para Orlandi, os núcleos foram pensados para “movimentar a universidade em torno de programas que exigiam conhecimento, mas q
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#71 Temático: A questão indígena no Brasil
29/03/2019 Duração: 42minResidentes originais do Brasil, os índios enfrentaram séculos de exploração, expropriação e preconceito antes de alcançarem direitos fundamentais à terra e ao respeito de sua cultura. Conquistas importantes vieram com a constituição de 1934, a criação da Funai na década de 1960 e a Constituição Federal de 1988. Mais recentemente, outro passo rumo à igualdade de oportunidades e à valorização cultural foi dado pelas universidades que implementaram os vestibulares voltados para povos indígenas e pelo fortalecimento de veículos de comunicação feitos por e para estes povos. No entanto, a falta de investimento nos órgãos responsáveis pela gestão indígena no país e o endurecimento do discurso político contra direitos fundamentais têm colocado muitas conquistas em risco. O episódio de hoje vem para discutir estas questões, o papel da cultura indígena na nossa identidade enquanto povo e os desafios que enfrentamos para valorizar a diversidade cultural brasileira. Nossos convidados são: Artionka Capiberibe (IFCH -
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Oxidoc: Pelas ruas, pelas telinhas
19/02/2019 Duração: 27minCristiane Dias é pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos (Labeurb) da Unicamp. Para ela, a linguagem, a cidade e a tecnologia formam um casamento perfeito. E atualmente ela coordena um projeto que nasce justamente desse casamento. Trata-se de um aplicativo em que as pessoas poderão falar da relação delas com as cidades, contando memórias e vivências de certos lugares. “O sujeito vive, anda, caminha pela cidade, mas dificilmente ele para pra olhar pra um lugar e lembrar como aquele lugar significa na vida dele, que memória aquele lugar tem pra ele. A gente quer que o aplicativo sirva para as pessoas olharem pro espaço onde elas estão e pensem: ‘como é importante eu estar aqui’. Ou ‘como esse lugar foi importante pra mim’.” Ela diz que não vê a hora do aplicativo ficar pronto para que ela possa contar de suas experiências em Campinas, cidade onde ela vive hoje e com a qual ela já teve uma relação difícil. Este Oxidoc também conta com a participação do jornalista Felipe Lavignatti, um dos criadores do
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Especial Mulheres e meninas na ciência
11/02/2019 Duração: 33minDia 11 de fevereiro é o dia mundial das mulheres e meninas na ciência. Considerando que menos de 30% das pesquisadoras do mundo são mulheres, a data é extremamente importante para refletirmos sobre os avanços conquistados pelas mulheres nos últimos anos e também sobre as barreiras que ainda existem para a representatividade feminina no meio acadêmico. No episódio de hoje, conversamos com pesquisadoras e alunas da Unicamp sobre o assunto. As convidadas foram: Maria Conceição da Costa (IG), Anne Bronzi (IMECC), Marcela Medicina (IMECC), Teresa Atvars (IQ), Sophia La Banca (Labjor) e Sarah Giannasi (IB). O episódio foi produzido por Paula Penedo e Luanne Caires, com apresentação de Paula Penedo e Graciele Oliveira, coordenação de Simone Pallone e colaboração de Bruno Moraes. Os responsáveis pelos trabalhos técnicos são Octávio Augusto, da Rádio Unicamp, Allison Almeida e Gustavo Campos. Deixe um comentário contando para a gente o que achou do episódio. Você pode mandar sugestões também pelo Twitter (@oxigen
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#70 Oxilab: Dosando genes
24/01/2019 Duração: 07minAs informações contidas nos genes são fundamentais para definirem as características dos organismos. Dentro do núcleo das células, os genes encontram-se nos cromossomos, sendo que o número de cópias dos cromossomos pode variar de uma espécie para outra. Nós, humanos, temos duas cópias de cada cromossomos, mas nas plantas esse número pode ser muito maior. Isso acontece em muitas plantas de interesse agronômico, que podem chegar a ter doze cópias de cada cromossomo. Com o maior número de cópias, maiores os desafios para os pesquisadores estudarem e melhorarem as características das plantas. O pesquisador Augusto Garcia do Departamento de Genética da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz, em Piracicaba, debruça-se justamente nessa questão. Ele utiliza ferramentas da genética estatística para entender melhor o genoma das plantas poliploides (que contém mais de duas cópias dos cromossomos). Em recente trabalho publicado na revista Genetics, Garcia e os autores David Gerard, Luis Felipe Ventorim Ferrão
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Oxidoc: Nós em redes
16/01/2019 Duração: 23minRede. Substantivo feminino. Entrelaçamento de fibras ligadas por nós. Comunitário(a). Adjetivo. Qualidade daquilo que é comum a várias pessoas. Ação realizada por quem vive no mesmo território e/ou compartilha dos mesmos interesses. Rede comunitária. Entrelaçamento de pessoas de um mesmo território e/ou com interesses em comum. Sistema de comunicação e compartilhamento de saberes pensado e utilizado por uma determinada comunidade, tendo em vista seus valores e necessidades. Pode ser, por exemplo, um jornal operário, uma rádio local ou uma malha de conexão sem fio que se espalha de roteador em roteador, de nó em nó. É desta última que falamos no Oxidoc: Nós em redes. O principal entrevistado do programa é Diego Vicentin, pesquisador de pós-doutorado no Labjor/Unicamp. Ao investigar as redes que surgem do encontro entre a computação e o cotidiano de diferentes comunidades, ele levanta questões sobre o mercado da conexão e suas exclusões e sobre a apropriação tecnológica como caminho de resistência. També
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#69 Oxilab: Quem tem medo da leishmania?
21/12/2018 Duração: 29minE se uma simples picada de mosquito trouxesse, além da coceira, um baú de enigmas e histórias? No Oxilab de hoje, “Quem tem Medo da Leishmania?”, o Oxigênio conversou com o professor Danilo Ciccone, do Departamento de Biologia Animal da Unicamp sobre um ser vivo microscópico e impressionante: os protozoários do gênero das Leishmanias. O professor Danilo tem dedicado mais de uma década de sua vida a estudar essas criaturas, para entender não apenas a doença que elas causam e descobrir novas formas de tratar a leishmaniose, mas também para conhecer mais de perto os mistérios desses verdadeiros “agentes secretos” do mundo imunológico. Venha com a gente para saber mais sobre cachorros, protozoários e sobre as suas próprias células de defesa, o famoso sistema imune.
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#68 Oxilab: “De repente, uma doença”
13/12/2018 Duração: 22minMudanças ambientais e novas interações entre espécies podem fazer com que vírus, bactérias ou outros patógenos comecem a afetar grupos de organismos diferentes, levando ao aparecimento de novas doenças. É o caso da AIDS, da doença causada por vírus Ebola e da doença causada por Zika vírus, que preocupam autoridades de saúde pública ao redor do mundo. A resistência ou tolerância a essas infecções depende de vários fatores: características dos patógenos e das espécies infectadas, o passado das espécies e da interação, além das possibilidades de tratamento. Para entender melhor o assunto, é só assistir ao episódio de hoje. Nesta edição do Oxigênio conversamos com Camila Beraldo sobre seu mestrado no Programa de Pós-graduação em Ecologia da Universidade de São Paulo (USP). O programa é produzido, apresentado e divulgado por Luanne Caires, com coordenação geral da professora Simone Pallone de Figueiredo, do Labjor. Os trabalhos técnicos foram feitos por Octávio Augusto, da Rádio Unicamp. Deixe um comentário con
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#67 Oxilab: Desde que o samba é samba
05/12/2018 Duração: 29minAntes de ser consagrado como a trilha sonora oficial do carnaval, o samba sempre foi alvo de muita discussão para saber quem era o pai da criança. Baianos ou cariocas? Favela ou asfalto? A única certeza da origem do gênero musical é que teve muitos berços e endereços. Tanto que no início do século XX, o samba era uma espécie de “guarda-chuva” para diferentes ritmos, como o choro, o partido-alto, o maxixe e a batucada, por exemplo. Mas toda essa diversidade acabou sendo abafada nos anos 1930 quando o Estado Novo de Getúlio Vargas apropria o estilo marginal e o transforma em símbolo nacional. No mês em que se comemora o dia do samba, celebrado no dia 2 de dezembro, o Oxigênio preparou uma edição especial que conta como o batuque de influência africana popularizado nas festas nos morros da cidade do Rio de Janeiro passou a definir a identidade brasileira. O programa conta com a entrevista com a historiadora Maria Clementina Pereira Cunha, autora do livro “Não tá sopa: samba e sambistas no Rio de janeiro de 18
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#66 Temático: Ou Isso ou Aquilo
29/11/2018 Duração: 24minO que vamos comer hoje? Vamos sair ou ver Netflix? Começar ou não um relacionamento? Em quem votamos na última eleição? Com diferentes níveis de complexidade, as decisões fazem parte de todos os aspectos da nossa vida. Às vezes elas podem ser tomadas de forma mais racional, outras de forma mais emocional, mas em todos os casos razão e emoção trabalham juntas na análise de riscos e benefícios. Além da reflexão consciente, outros fatores podem influenciar como fazemos escolhas: personalidade, grupos sociais, mídia, doenças e até o inconsciente têm papel fundamental! Apesar de toda essa complexidade, é possível trabalharmos nossa mente para melhorar o processo de decisão. Quer saber como? Vem descobrir no episódio de hoje. Nesta edição do Oxigênio conversamos com Oswaldo Amaral, do Centro de Estudos de Opinião Pública da Unicamp; Fábio Rocha, do Centre for Neuroscience in Education da Universidade de Cambridge; Samira Mansur, da UFSC; Álvaro Machado, da Unifesp; Marcelo Caetano, da UFABC e Rodrigo Pavão, também
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Oxidoc: Boca suja
28/11/2018 Duração: 28minUm jogo de futebol, uma sessão no Congresso, um semáforo fechado, um ponto de ônibus. Tudo parece normal quando, de repente: insulto! Sai de uma(s) boca(s) algo que não deveria sair. Um furo na atmosfera dos bons modos. O Oxidoc Boca suja fala sobre o insulto. O que ele é, como opera, como circula pela cidade, o que tem a ver com o ódio e o que tem a ver com o tempo em que vivemos. Para Marcos Barbai, pesquisador do Laboratório de Estudos Urbanos (Labeurb) da Unicamp, o insulto é “um asco de linguagem”. E justamente por isso ele se interessou por pesquisar esse assunto. “O meu grande lugar de pesquisa e de interrogação com a cidade e a linguagem é a lata do lixo. Eu gosto de olhar para os restos, tudo aquilo que a gente descarta e bota pra fora”, ele diz. Para a psicanalista Ana Laura Prates, atualmente pesquisadora-colaboradora do Labeurb, o insulto tem uma relação íntima com o ódio. “A palavra que insulta é a que tem a capacidade de aniquilar, de subordinar o outro ao seu modo de vida, aos seus critérios
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#65 Oxilab: Tristeza tropical: mudanças ambientais e sofrimento
22/11/2018 Duração: 29minQuando se fala em zonas litorâneas e cidades pequenas do interior, é comum associarmos a cenários paradisíacos ou bucólicos, onde se predominam as belezas naturais, uma rica biodiversidade, ou onde o tempo passa mais devagar e as pessoas são mais felizes e solidárias. O litoral Norte de São Paulo, bem como alguns municípios localizados ao longo do eixo rodoviário Dom Pedro I – Tamoios poderiam ser um belo exemplo. O problema é que, se a gente coloca uma lente nesse olhar superficial, percebemos nessas regiões um expressivo número de casos diagnosticados de depressão, e um sentimento de tristeza generalizado, causados pelas condições precárias de vida. É o que revelam mais de 25 anos de estudos feitos pela professora e doutora em Ciências Sociais, Sônia Regina da Cal Seixas, pesquisadora do Nepam (Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais da Unicamp). O projeto de pesquisa interdisciplinar, financiado pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) sugere um novo olhar sobre os impactos das
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#64 Oxilab: Melhoramento participativo
08/11/2018 Duração: 08minAs plantas que possuem interesse agronômico, principalmente aquelas que servem de alimento, são o foco de pesquisa de muitos melhoristas vegetais. Eles procuram melhorar a produtividade da planta, seu aspecto, seu valor nutricional e quaisquer outras características que possam contribuir para um melhor produto final. Na linha de produção de alimento o agricultor exerce um papel de destaque. É ele o responsável pelo cultivo das plantas, pelo seu manejo em campo e é o mais interessado em obter um bom retorno na venda do seu produto. Ele detém um grande conhecimento empírico sobre diversas espécies vegetais e, tal conhecimento, muitas vezes não é compartilhado com o pesquisador. Mas no melhoramento participativo há o alinhamento do conhecimento de pesquisador e produtor para a produção de espécies vegetais mais produtivas e com maior potencial de venda. Para isso, os estudos realizados dentro da universidade consideram a demanda do produtor, e ainda levam em contam a expertise do agricultor na hora de selecion
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Oxidoc: Dados em jogo
30/10/2018 Duração: 30minEm 28 de setembro de 2018, dia em que o roteiro deste Oxidoc começou a ser escrito, os jornais anunciavam que um ataque hacker teria atingido 50 milhões de usuários do Facebook. Boa parte dessas pessoas ficou apavorada ao saber que seus dados pessoais e suas conversas privadas estavam em risco. Mas esse foi apenas um dos tantos sinais que há tempos nos indicam: nas redes, estamos vulneráveis e todos fazemos parte de um grande sistema de circulação e extração de dados. No Oxidoc Dados em jogo, a repórter Beatriz Guimarães conversa com dois integrantes do grupo de pesquisa Informação, Comunicação, Tecnologia e Sociedade, sediado no Labjor/Unicamp, para entender como funciona a extração de dados, quem está por trás desse jogo, onde todos nós estamos nesse tabuleiro e quais são as possibilidades de resistência à essa vigilância que envolve tudo e todos. Os entrevistados são Marta Kanashiro e Leonardo Cruz. Marta Kanashiro é uma cientista social que investiga diferentes aspectos da relação entre a sociedade e as
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#63 Bastos Tigre: O Quase Moderno
25/10/2018 Duração: 16minHoje praticamente esquecido, Manuel Bastos Tigre (1882-1957) não foi só um dos pioneiros da publicidade no Brasil, foi uma das suas primeiras estrelas. O escritor pernambucano foi responsável pela criação de slogans que se tornaram famosos no mundo todo como “Se é Bayer é bom” – campanha traduzida para várias línguas e ainda hoje utilizada pela fabricante alemã de remédios. Tigre foi um artista multimídia antes mesmo de o termo ter sido inventado. Levou à cena 24 textos teatrais, publicou mais de trinta livros de poesia – a maioria humorísticos –, além de ser figurinha carimbada como cronistas de diversos jornais e revistas ilustradas. Sempre atento às novidades, o literato refletia em seu trabalho o período de mudanças que o Rio de Janeiro enfrentou durante a reforma urbana conhecida como “Bota Abaixo”, que modernizaram a então capital federal no início do século XX. Mas para os homens de letras da época, atuar na publicidade era uma alternativa tão tentadora quanto controversa. Mesmo sendo frequentador
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#62 Álcool e Adolescentes
18/10/2018 Duração: 16minApesar da venda e distribuição de álcool para menores de 18 anos ser ilegal no Brasil, o álcool é a droga de abuso mais usada por adolescentes. Isso traz uma série de riscos para esses adolescentes, o que leva os pais e professores a tentar prevenir esse tipo de comportamento. E com isso surgem várias perguntas sobre qual é a melhor estratégia para reduzir o consumo dessa droga e o risco associado a ele. Nesse programa conversaremos com Elaine Lucas dos Santos, pós-doutoranda no Programa de Pós-graduação em Psicobiologia da Unifesp, sobre seu trabalho com prevenção de abuso de álcool na adolescência. O programa foi produzido e apresentado por Sophia La Banca de Oliveira com participação de Maria Letícia Bonatelli. A coordenação geral é da Simone Pallone e os serviços técnicos foram de Octávio Augusto da Rádio Unicamp. Deixe um comentário contando para a gente o que achou do episódio. Você pode mandar sugestões também pelo Twitter (@oxigenio_news), Instagram (@oxigeniopodcast) e Facebook (/oxigenionoticias).